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Com Quantos Meses o Bebê Começa a Engatinhar - Buba Produtos para Bebês

Com quantos meses o bebê começa a engatinhar?

Engatinhar, andar, a primeira palavra… Pediatras apontam quando esperar cada conquista e como ajudar o bebê nessas descoberta.

O desenvolvimento infantil gera uma série de expectativas. Afinal, com quantos meses o bebê começa a engatinhar? E os primeiros passos e palavras, quando devem ocorrer? Essas são algumas das dúvidas que mais rondam a cabeça dos pais, ansiosos pelas descobertas do filhote.

Bom, primeiro, vale saber que esses tempos podem variar de uma criança para outra. Não é porque o bebê da sua amiga já tem certas habilidades e o seu pequeno da mesma idade ainda não tem, que isso signifique algum problema.

Somente o pediatra pode identificar um possível atraso, por isso as consultas são tão importantes. Nos primeiros seis meses, esse acompanhamento deve ser mensal e, até um ano, bimestral.

Agora, de uma maneira geral, o que pode ser esperado de cada fase é o seguinte:

Etapas do desenvolvimento infantil

  • 3 meses: sustenta a cabeça
  • 4 meses: rola
  • 6 a 10 meses: engatinha
  • 7 meses: senta bem sem apoio
  • 9 a 15 meses: anda
  • 8 a 15 meses: primeiras palavras

Com quanto tempo o bebê começa a engatinhar?

O desenvolvimento motor humano ocorre no chamado sentido craniocaudal, ou seja, da cabeça para os pés. “Sendo assim o bebê começa firmando o pescoço, depois o tronco, para depois firmar as pernas e ficar em pé”, explica a pediatra Ana Ligia Ribeiro (PR).

No terceiro mês, pode ser que o bebê já sustente a cabeça e também “descubra” as suas mãos, dando início ao famoso hábito de colocar as mãozinhas na boca. Com quatro meses, o pequeno consegue segurar objetos – outros itens que têm a boca como destino certo! Nessa idade, ainda, ele rola.

De acordo com a pediatra Giovanna de Faria Rodrigues, do Hospital São Francisco, de Mogi Guaçu (SP), a habilidade de engatinhar pode surgir entre o sexto e o décimo mês. Contudo, nem todos passam por ela. “As crianças podem pular essa fase e já passar do sentar e rolar para andar. Assim como podem ter formas diferentes de se locomover, como rastejar”, afirma.

A médica explica que alguns pequenos podem não gostar da posição ou sentir dores nos joelhos por conta do ato de engatinhar, situações que levam essas crianças a criarem alternativas para se locomover.

Como os pais podem ajudar

  • Coloque o bebê no chão, em um ambiente seguro e amplo, e deixe o pequeno explorar!
  • Brinquem com bolas, deixe os brinquedos fora do alcance das mãos da criança.
  • Deixe a criança descalça, sapatos e meias atrapalham o contato com o chão e podem causar insegurança.
  • O seu apoio e presença é fundamental!

Os primeiros passos

A esperada fase de andar sem apoio ou alguém segurando pode chegar a partir do nono mês. E aqui vale o alerta: ajuda mais quem não atrapalha. “Devemos deixar a criança desenvolver o andar sozinha, a princípio ficando em pé com apoio, depois soltando as mãos por curtos períodos e por último dando os primeiros passos”, ensina Giovanna.

Além de evitar o estímulo de dar as mãos, nada de andadores. Eles são altamente contraindicados pelos pediatras. Ana Ligia alerta que o principal motivo para evitar o acessório é o risco de acidentes graves.

“Quando as crianças são colocadas no andador, os pais têm a falsa sensação de que elas estão seguras, porém nessa idade elas ainda não têm a mínima noção de perigo”, adverte.

“Além da queda, que pode acontecer em um degrau ou até em uma escada, a criança consegue alcançar objetos que sozinha não alcançaria. Ela pode, por exemplo, puxar uma toalha de mesa e derrubar produtos quentes em cima de si.”

A médica também faz o alerta para o próprio desenvolvimento infantil, que pode ser afetado.

“O andador prejudica o desenvolvimento da marcha, pois faz o bebê pular etapas do neurodesenvolvimento (rolar-sentar-engatinhar-andar). Cada etapa é essencial para o desenvolvimento cerebral e muscular do bebê, e se puladas, podem gerar problemas futuros nos quadris, na coluna e encurtamento muscular por andar na ponta dos pés.

Desenvolvimento da fala

A partir do oitavo mês, as primeiras palavras podem aparecer! Para contribuir com essa etapa, Giovanna recomenda o controle do acesso do filhote às telas. “Não devemos deixar um bebê em desenvolvimento com menos de dois anos utilizar tablets, celulares e televisão. Devemos estimular com música, livros e muito diálogo”, coloca.

Quando vale acender o alerta?

“Aos seis meses um bebê que não rola, não leva objetos à boca e não consegue ficar sentado com apoio deve ser encaminhado para investigação”, cita Ana Ligia.

Para os mais velhos, Giovanna aponta que, de um modo geral, aqueles com 15 meses que não andam nem falam ao menos três palavras (como “mamãe”, “papai”, “vovó”) podem configurar atraso. Mas lembre-se que somente o pediatra pode fazer essa conclusão, ok?

Os atrasos podem ocorrer por diversos motivos, como falta de estímulos. Cabe ao pediatra investigar as causas, orientar os pais e, se for o caso, encaminhar a criança para atendimento com outros profissionais, como fonoaudiólogos e fisioterapeutas.

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